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Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes sobre doação de sangue

Reunimos as principais dúvidas sobre doação de sangue para que você se sinta seguro e preparado na hora de ajudar.

Síndrome de DiGeorge impede a doação de sangue?

Sim, na maioria dos casos, de forma permanente. A síndrome de DiGeorge causa imunodeficiência primária por desenvolvimento incompleto do timo, além de malformação cardíaca associada em boa parte dos casos, o que costuma impedir a doação.

Linfo-histiocitose hemofagocítica impede a doação de sangue?

Sim, de forma permanente. A linfo-histiocitose hemofagocítica é uma síndrome grave de hiperativação do sistema imune que destrói células sanguíneas e costuma exigir tratamento imunossupressor intenso, o que impede a doação mesmo após remissão.

Doença granulomatosa crônica impede a doação de sangue?

Sim, de forma permanente. A doença granulomatosa crônica é uma imunodeficiência primária genética que impede os glóbulos brancos de eliminar corretamente certas bactérias e fungos, gerando infecção recorrente ao longo da vida.

Síndrome de Shwachman-Diamond impede a doação de sangue?

Sim, de forma permanente. A síndrome de Shwachman-Diamond combina insuficiência do pâncreas com falência progressiva da medula óssea, comprometendo diretamente a capacidade do corpo de produzir células sanguíneas de forma segura.

Síndrome de hiper-IgM impede a doação de sangue?

Sim, de forma permanente. A síndrome de hiper-IgM é uma imunodeficiência primária que impede o sistema imune de produzir anticorpos protetores de forma adequada, gerando infecção recorrente e exigindo reposição contínua de imunoglobulina.

Disqueratose congênita impede a doação de sangue?

Sim, de forma permanente. A disqueratose congênita é uma doença genética rara do encurtamento acelerado dos telômeros, que leva à falência progressiva da medula óssea, comprometendo diretamente a produção de células sanguíneas.

Síndrome de Alport impede a doação de sangue?

Depende do estágio. Síndrome de Alport em fase inicial, sem insuficiência renal e sem perda auditiva progressiva significativa, pode ser avaliada individualmente. Doença renal crônica estabelecida costuma impedir a doação.

Doença de Fabry impede a doação de sangue?

Sim, na maioria dos casos. A doença de Fabry é uma doença genética de depósito lisossômico que compromete progressivamente rim, coração e sistema nervoso, além de exigir terapia de reposição enzimática contínua na maioria dos pacientes tratados.

Febre familiar do Mediterrâneo impede a doação de sangue?

Depende do controle da doença. Febre familiar do Mediterrâneo bem controlada com colchicina, sem crise ativa e sem sinal de amiloidose, pode ser avaliada individualmente. Amiloidose renal associada costuma impedir a doação.

Poliendocrinopatia autoimune impede a doação de sangue?

Sim, de forma permanente. A poliendocrinopatia autoimune combina falência de múltiplas glândulas hormonais ao mesmo tempo, geralmente exigindo reposição hormonal contínua de mais de um eixo endócrino e uso frequente de imunossupressor.

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Síndrome de Chediak-Higashi impede a doação de sangue?

Sim, de forma permanente. A síndrome de Chediak-Higashi é uma imunodeficiência primária rara e grave que compromete a função dos glóbulos brancos, causa infecção recorrente grave e frequentemente evolui para uma fase de hiperinflamação com risco de vida.

Síndrome de Omenn impede a doação de sangue?

Sim, de forma permanente. A síndrome de Omenn é uma forma grave de imunodeficiência combinada severa, geralmente tratada com transplante de medula óssea ainda na infância, o que mantém a inaptidão pelo resto da vida.

Quem tem síndrome de Gitelman pode doar sangue?

Depende do controle dos eletrólitos. Síndrome de Gitelman bem controlada, com potássio e magnésio estáveis e sem sintomas agudos, pode ser avaliada individualmente. Desequilíbrio eletrolítico ativo impede a doação temporariamente.

Síndrome de Blau impede a doação de sangue?

Sim, na maioria dos casos. A síndrome de Blau é uma doença autoinflamatória genética rara que causa inflamação crônica em articulação, pele e olho, geralmente tratada com imunossupressor contínuo.

Síndrome de Muckle-Wells impede a doação de sangue?

Sim, na maioria dos casos. A síndrome de Muckle-Wells é uma doença autoinflamatória genética rara com episódios recorrentes de febre e inflamação, tratada com imunobiológico contínuo e associada a risco de amiloidose.

Polineuropatia amiloidótica familiar impede a doação de sangue?

Sim, de forma permanente. A polineuropatia amiloidótica familiar é uma doença genética progressiva de depósito de proteína amiloide que compromete nervos, coração e outros órgãos ao longo da vida adulta.

Síndrome de Cronkhite-Canada impede a doação de sangue?

Sim, na maioria dos casos. A síndrome de Cronkhite-Canada é uma condição rara não hereditária que causa pólipos gastrointestinais múltiplos associados a perda de proteína e nutriente, gerando anemia e desnutrição significativas.

Síndrome de Schimke impede a doação de sangue?

Sim, de forma permanente. A síndrome de Schimke é uma doença genética rara que combina insuficiência renal progressiva, imunodeficiência e comprometimento vascular, geralmente diagnosticada e tratada ainda na infância.

Síndrome de Ivemark impede a doação de sangue?

Sim, de forma permanente na grande maioria dos casos. A síndrome de Ivemark é uma condição congênita rara que combina ausência ou malformação do baço com defeito cardíaco estrutural, aumentando significativamente o risco de infecção grave.

Quem tem eliptocitose hereditária pode doar sangue?

Depende da gravidade. Formas leves de eliptocitose hereditária, sem anemia significativa e sem hemólise ativa, costumam permitir a doação normalmente. Formas graves com anemia hemolítica crônica impedem a doação.

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Trombastenia de Glanzmann impede a doação de sangue?

Sim, de forma permanente. A trombastenia de Glanzmann é uma doença genética rara em que as plaquetas não conseguem se agregar corretamente, causando tendência significativa a sangramento mesmo com contagem normal de plaquetas.

Progeria impede a doação de sangue?

Sim, de forma permanente. A progeria, ou síndrome de Hutchinson-Gilford, é uma doença genética extremamente rara de envelhecimento acelerado que causa doença cardiovascular grave já na infância e adolescência.

Síndrome de Werner impede a doação de sangue?

Sim, de forma permanente. A síndrome de Werner é uma doença genética rara de envelhecimento precoce que se manifesta a partir do início da vida adulta, associada a alto risco de câncer, diabetes e doença cardiovascular.

Síndrome de Cockayne impede a doação de sangue?

Sim, de forma permanente. A síndrome de Cockayne é uma doença genética rara de reparo do DNA que causa envelhecimento precoce, fotossensibilidade grave e comprometimento neurológico progressivo.

Doença de Menkes impede a doação de sangue?

Sim, de forma permanente. A doença de Menkes é uma doença genética rara e grave do metabolismo do cobre, com início na primeira infância e comprometimento neurológico severo, incompatível com os critérios de doação.

Síndrome de Rothmund-Thomson impede a doação de sangue?

Sim, na maioria dos casos. A síndrome de Rothmund-Thomson é uma doença genética rara de reparo do DNA associada a alteração de pele, fragilidade óssea e risco significativamente aumentado de osteossarcoma.

Quem tem doença de Niemann-Pick pode doar sangue?

Doença de Niemann-Pick geralmente impede a doação de sangue por causa do acúmulo de lipídeos em órgãos e da frequente presença de baço aumentado ou comprometimento neurológico associado.

Quem tem síndrome de Prader-Willi pode doar sangue?

Síndrome de Prader-Willi costuma impedir a doação de sangue por causa da obesidade grave frequentemente associada e das comorbidades metabólicas e cardiovasculares que ela traz.

Quem tem doença de Charcot-Marie-Tooth pode doar sangue?

Doença de Charcot-Marie-Tooth geralmente não impede a doação de sangue, desde que não haja uso de medicação contraindicada nem comprometimento respiratório ou cardíaco associado.

Quem já teve síndrome de Stevens-Johnson pode doar sangue?

Após recuperação completa da síndrome de Stevens-Johnson, sem sequelas ativas, a doação de sangue costuma ser avaliada individualmente, geralmente exigindo período de espera após a cura.

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